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qEEG: Guia para ler seu mapa cerebral

Um mapa cerebral quantitativo é fotografia objetiva de como seu cérebro funciona agora, mas interpretar não é trivial. Frequências anormais, assimetrias e padrões disfuncionais só ganham sentido quando conectados a sintomas reais e protocolos de treinamento específicos.

Mavy Alves Cavalcanti
28 de maio de 2026
11 min de leitura
Mapa colorido de atividade cerebral mostrando diferentes frequências de ondas cerebrais em várias regiões
FAQ

Perguntas frequentes sobre qEEG e mapeamento cerebral

Fontes

Referências

  1. Wikipedia — 10–20 system (EEG)https://en.wikipedia.org/wiki/10%E2%80%9320_system_(EEG)

    O sistema internacional 10–20 utiliza 21 eletrodos como padrão clínico mínimo para EEG e qEEG, embora montagens de alta densidade possam usar 64, 128 ou 256 canais para maior resolução espacial

    Acessado em 2024

  2. FDA 510(k) NEBA System (K112711)https://www.accessdata.fda.gov/cdrh_docs/reviews/k112711.pdf

    Em 2013, o FDA autorizou o sistema NEBA, que usa a razão theta/beta medida em Cz como auxílio diagnóstico do TDAH em crianças e adolescentes de 6–17 anos — mas não como teste diagnóstico isolado, e sim como complemento à avaliação clínica

    Acessado em 2013

  3. JAMA Psychiatry — Neurofeedback for ADHD meta-analysishttps://jamanetwork.com/journals/jamapsychiatry/fullarticle/2827733

    Meta-análise publicada na JAMA Psychiatry em 2025, com 38 ensaios clínicos randomizados e 2.472 participantes, não encontrou benefício significativo do neurofeedback sobre sintomas de TDAH quando as avaliações eram cegadas

    Acessado em 2025

  4. LearningEEG — Terminology and Waveformshttps://www.learningeeg.com/terminology-and-waveforms

    As bandas de EEG seguem faixas convencionais: delta 0,5–4 Hz, theta 4–8 Hz, alpha 8–12 Hz, beta 13–30 Hz e gamma acima de 30 Hz

    Acessado em 2024

  5. Frontiers in Neuroscience — qEEG normative databases reviewhttps://www.frontiersin.org/journals/neuroscience/articles/10.3389/fnins.2021.766781/full

    Estudos de qEEG para TDAH relatam sensibilidade de 86–90% e especificidade de 94–98% em amostras selecionadas, mas tentativas de replicação encontraram acurácia muito menor (63% sensibilidade / 58% especificidade), evidenciando inconsistência da literatura

    Acessado em 2021

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Escrito por Mavy Alves Cavalcanti, psicóloga clínica e neuropsicóloga.

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