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Tristeza vs depressão clínica: onde traçar a linha

A tristeza dói. Morte de um ente querido, rompimento de relacionamento, perda de emprego — essas são experiências que legitimamente fazem a gente ficar para baixo. Você chora. Perde o apetite por alguns dias. Dorme mal. Quer estar sozinho. Isso é normal. Isso é humano. Agora, e se isso não passar em duas semanas? E se em um mês você ainda não consegue sair da cama, ainda sente aquele peso no peito mesmo acordando, ainda não consegue encontrar um motivo sequer para tomar banho? Aí não é mais tristeza. Aí você está diante de algo que tem um nome clínico e critérios bem definidos.

Mavy Alves Cavalcanti
12 de maio de 2026
7 min de leitura
Pessoa triste olhando pela janela enquanto chuva escorre pelo vidro
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Escrito por Mavy Alves Cavalcanti, psicóloga clínica e neuropsicóloga.

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