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Laserterapia e declínio cognitivo: o que a ciência realmente prova

A fotobiomodulação transcraniana mostrou resultados promissores em estudos preliminares para melhorar a função cognitiva, mas será que temos evidência suficiente para recomendá-la além de casos selecionados? Analisamos o que os estudos com cérebros humanos e animais revelam sobre os mecanismos mitocondriais e os limites da evidência atual.

Mavy Alves Cavalcanti
9 de junho de 2026
10 min de leitura
Dispositivo de laser terapêutico em consultório médico para tratamento neurológico
FAQ

Perguntas comuns sobre fotobiomodulação e declínio cognitivo

Fontes

Referências

  1. Alzheimer's Drug Discovery Foundation – Cognitive Vitality Report: Photobiomodulationhttps://www.alzdiscovery.org/uploads/cognitive_vitality_media/Photobiomodulation_(non-pharmacologic).pdf

    Estudos de tPBM em Alzheimer e CCL utilizaram comprimentos de onda entre 660 nm e 1064 nm, com 810 nm considerado ótimo para penetração cerebral e ativação mitocondrial, enquanto 1064 nm está sendo crescentemente testado em ensaios randomizados ativos nos EUA

    Acessado em 2024

  2. Frontiers in Neurology – protocolo de ensaio clínico de tPBM (2024)https://www.frontiersin.org/journals/neurology/articles/10.3389/fneur.2024.1371284/full

    A partir de 2023–2024, a literatura sustenta a tPBM como intervenção não invasiva plausível com sinais precoces de benefício cognitivo, mas a evidência de alta qualidade ainda é insuficiente para confirmar eficácia clínica no declínio cognitivo — estudos multicêntricos randomizados de grande porte ainda estavam em andamento em 2024

    Acessado em 2024

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Escrito por Mavy Alves Cavalcanti, psicóloga clínica e neuropsicóloga.

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